Olá! Entrámos em 2024. Muitas pessoas aproveitam esta data para fazer um balanço e perceber as expetativas para o próximo ano. À minha maneira, já pensei nas minhas mas, não querendo agoirar, guardo-as para mim. Enfrentar-me-ei no final do ano e perceberei o que poderia ter feito melhor. Até lá, dia a dia, momento a
Nunca fui de balanços anuais e reflexões sobre ciclos que se encerram no final de cada ano. Faz-me mais sentido pensar e organizar novos ciclos no final do Verão porque é onde sinto que (re)começamos e (re)organizamos a nossa vida familiar, pessoal e profissional. Isto faz ainda mais sentido quando somos pais, em que parece
Numa das minhas últimas sessões de terapia enquanto descrevia a exaustão que andava a sentir, a todos os níveis, descrevi que me custava ler e que à noite apenas me sentia capaz de ver episódios de uma série leve e cómica. Ter que lidar com tarefas mentais e organizacionais era um suplício e os meus
Os últimos meses têm sido intensos. Pessoal e profissionalmente, têm sido muitos os desafios que foram (e são) necessários conjugar. Tenho tido em mãos projetos profissionais de grande dimensão com prazos ridiculamente apertados que me fazem ter de despender horas a mais fora de casa. A ginástica organizacional necessária para isto é complicada. Temos usado
A injustiça provoca em mim um gatilho emocional visceral. Sinto me desvalorizado por ela. Que não me dá o respeito e reconhecimento que mereço apenas por existir. E mexe com os mecanismos de adaptação que desenvolvi para ser quem sou hoje. O que acontece é um autêntico sequestro da amígdala do meu sistema límbico: sinto-me
Começo a escrever este texto no arranque da semana em que vou celebrar o meu trigésimo oitavo aniversário. Por questões de coerência e consistência, esta crónica será publicada na sexta-feira, como todas as outras, um dia depois de completar 38 voltas ao Sol. Neste meu retorno solar, tudo me parece diferente. Estou há algumas semanas
Há uma certa leveza e libertação quando aceitamos as coisas como elas são. Os dias escorrem entre uma pressa que, apesar de fabricada, nos é imposta. E reagimos como autómatos a essa imposição lidando com o que nos é posto à frente, desafio a desafio, tarefa a tarefa, obrigação a obrigação. Nisto esquecemos que as
