Author: João Azevedo

Primeiro aniversário deste Substack!

Esta semana marca o arranque de uma série de crónicas escritas por pessoas que admiro e partilham comigo o gosto pela escrita. Vêm escrever, como eu, sobre paternidade, a vida e afins. Desta forma, permitem-me não ter que escrever crónicas para publicação ao longo de Agosto e entrarei de férias mais descansado. Estou muito grato

Esta semana marca o arranque de uma série de crónicas escritas por pessoas que admiro e partilham comigo o gosto pela escrita. Vêm escrever, como eu, sobre paternidade, a vida e afins. Desta forma, permitem-me não ter que escrever crónicas para publicação ao longo de Agosto e entrarei de férias mais descansado. Estou muito grato

Olá, Esta semana marca o arranque de uma série de crónicas escritas por pessoas que admiro e partilham comigo o gosto pela escrita. Vêm escrever, como eu, sobre paternidade, a vida e afins. Desta forma, permitem-me não ter que escrever crónicas para publicação ao longo de Agosto e entrarei de férias mais descansado. Estou muito

Olá, Como já deves saber, nas próximas semanas estarei longe das plataformas digitais. Nas próximas quatro publicações terão o prazer de ler pessoas de quem gosto, com outras perspetivas da maternidade e paternidade. Hoje, gostava de vos deixar com algo diferente para o arranque de Agosto. Uma espécie de curadoria em forma de reflexão de

“A melhor maneira de evitar que um prisioneiro escape é garantir que ele nunca saiba que está na prisão” – Fiodor Dostoievksi

“The greatest burden a child must bear is the unlived life of its parents.” – C.G. Jung

Olá, Estou a escrever este início de crónica sentado numa mesa num centro comercial. Jantei cedo e tenho o tabuleiro com o prato e os talheres sujos na mesa. Estou de auscultadores a datilografar estas alinhas enquanto faço tempo para ir assistir a uma conversa da tour IVM do Pedro e da Mia. É raro

“É possível descobrir mais sobre uma pessoa numa hora de brincadeira do que num ano de conversa.” – Platão

“Nascemos para ajudar-nos uns aos outros, como os pés ajudam as mãos, as pálpebras e os dentes de cima e de baixo. É contra a natureza prejudicarmo-nos mutuamente.” – Marco Aurélio

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