Olá, Comecei a escrever esta crónica no dia a seguir às autárquicas. Como pessoa de esquerda, acordei a precisar de um gaviscon e muita água das pedras para começar a digerir esta cimentação à direita. Imagino que, por este país fora, haja muita gente como eu: incrédula, desanimada e forçada a refletir nas causas, consequências
