Olá, Chegou aquela altura do ano em que, de alguma forma, estas crónicas semanais são interrompidas. No primeiro verão desta newsletter cravei a alguns amigos que me viessem substituir. Foram impecáveis e, na minha ausência, deixaram aqui as suas palavras, de forma altruísta, para que não ficasse só a carregar o fardo. No ano passado
Olá, Não me tem apetecido escrever. Aliás, esta crónica arranca sobre um vazio absoluto de ideias. Terminei, há dias, o Tecnofeudalismo do Varoufakis: quis escrever sobre ele, tirei inclusivé algumas notas, mas faltam-me ganas. Para escrever basta alocar tempo e espaço do nosso dia ao mister; mas isso é uma escrita solta, com raízes no
Sentou-se num banco ao pé de um jardim. Era o começo do dia, as pessoas ainda procuravam chegar aos seus destinos, havia a promessa de um novo ciclo, cheio de possibilidades. Apesar das parecenças, não era o mesmo mundo do tempo dos seus pais. As rotinas tinham semelhanças, é certo, mas havia algo de estruturalmente
Acredito que parte do valor de cada um de nós está no seu olhar único sobre o mundo. O gosto e as afinidades são parte integrante – e importante – desse olhar. Aquilo que muitas vezes aprecio nas partilhas no universo digital são precisamente as recomendações e caminhos que desconhecia. Acabo por conhecer realidades e
Estava sol e o dia estava quente, sem ser desconfortável. Devia ser primavera ou início do Verão. Também podia ser um dia solarengo de Outono ou Inverno, falta-me precisão na memória. Os miúdos da escola em frente deviam estar em aulas, ou de férias; sei que não os ouço na recordação deste passado e que
