Olá, Em tempos idos, fui escoteiro da A.E.P. – Associação de Escoteiros de Portugal. Distingue-se dos outros escoteiros por não estar ligada à Igreja, ao contrário da C.N.E. – Corpo Nacional de Escutas. Cresci numa casa onde a Igreja e os seus meandros eram bichos-papões, por isso a existência de uns escoteiros laicos era o
Olá, Quando esta publicação chegar às vossas caixas de correio e ficar no arquivo deste Substack e do blog, serei pai há oito anos. Todos os anos me surpreendo com a incrementação do número. A velocidade relativa do tempo é facilmente comprovada com a paternidade: foram oito anos que pareceram ter acontecido em poucos dias,
Olá, Um dos atos mais generosos que consigo conceber é o de querer acompanhar e apoiar alguém no seu crescimento. Implica a intenção, bem consciente, de estar presente na vida dessa pessoa, contribuindo ao máximo para potenciar os seus interesses, aptidões e capacidades. Para isto é preciso tempo. É preciso uma vontade genuína – um
Olá, Voltei! Já devem ter reparado na mudança do subdomínio do Substack. O Substack do João é, agora, A Balbúrdia. Tenho estado a trabalhar nesta mudança com calma, sem pressas, para que estivesse tudo pronto na rentrée. Porque Setembro assinala os dois anos de publicações semanais neste Substack. Este cantinho digital soma agora mais de
Olá,Não querendo fazer pirraça, esta crónica sai no meu primeiro dia de férias. Começa no dia da Assunção de Nossa Senhora, diz-me o Google. Como trabalhador por conta de outrem e agnóstico, só tenho a agradecer aos devotos por assegurarem esta festividade a meio do mês de Agosto, que me garantiu um dia extra de
Ou o otimismo em tempos de merda. Olá, Antes desta crónica, existiram duas tentativas de textos que chegaram a meio. Em ambos os esboços, pairava um pessimismo nas palavras: sentia-me a repetir a receita de apontar o dedo aos males do mundo, frustrado com a desumanidade e cansado de ser forçado a aceitar que a
Olá, Diz-se desta altura do ano que estamos na silly season. A temporada parva, se ao estrangeirismo quisermos fugir. Porque nestas semanas a coisa pública vai a banhos; menos educação, da pouca que temos, menos justiça, se é que a tivemos. A saúde, graças aos deuses, também descansa e não há nada como ar do
Ensaio sobre a compulsão masculina para a construção de realidades alternativas. Olá, Não tenho a certeza de que conseguirei carregar no botão “Agendar” no final desta crónica. Este texto nasce, primeiramente, do desconforto que senti ao ler o texto da Ana Markl “O Homem e a Solidão da Mentira“. Primeiro, porque — como pude escrever
