Secaram-me as palavras esta semana. A boca, pastosa, remeteu-se ao silêncio forçado de quem fica sem chão. A escrita acontece somente para mim, impossível de partilhar, incapaz de apaziguar. Deixo-vos com o tio Zoca: Sobraremos em versos nos dias futuros; hão-de abrir-nos, numa inesperada hora macia, e uma voz que dirá outros nomes, dias, esperanças,
Olá, espero que te encontres bem. O cursor apoderou-se da página, intermitente e hesitante. Eu sabia que queria escrever um texto sobre o regresso das férias e da pausa anual que faço destas crónicas, mas fui tomado por um vazio. Sentia que não tinha nada para vos dizer. Nestes momentos, o cursor usurpa o espaço
